A relação entre redes sociais e share of mind nunca esteve tão próxima. Antes de tudo, é preciso definir share of mind, que simplesmente é a participação de uma marca na mente dos consumidores. Em muitos dos casos, a medição do Share of mind é feita através de perguntas aos consumidores relacionadas com um tipo de produto. Por exemplo, “Qual é a primeira marca de maionese que lhe vem à cabeça?”. A marca mais citada terá o maior share of mind.
E como as redes sociais podem ajudar para que uma marca tenha mais share of mind? De várias formas: aumentando o contato com os consumidores, interagindo, transmitindo informação e, principalmente, dando mais “pessoalidade” à marca. Na publicidade, as ações nessas redes podem atuar tanto para venda on-line quanto off-line, tornando-se um canal de relacionamento ou informação entre outras formas.
Um estudo do Ebay sobre a receptividade dos usuários a anúncios mostrou que anúncios em redes sociais são mais eficazes do que em portais. A diferença é pequena, somente 2%, mas isso pode resultar em um grande volume de dinheiro. O estudo explica que essa receptividade das redes sociais deve-se ao fato de os usuários confiarem nas indicações de outras pessoas ou de informações que eles seguem ou buscam.
Voltando ao share of mind, para que as ações em redes sociais reflitam nesse ponto, a principal característica das ações deve ser focada no contato continuado e não somente no contato contínuo. Pois, contato contínuo pode ser feito por Spam, chega ao usuário, mas não é relevante. Já um contato continuado implica na participação dos dois lados, sempre com informações relevantes e que agreguem valor ao consumidor e à marca. Diferente de uma ação publicitária massiva, em que se consegue grande visibilidade rapidamente e em massa, o trabalho de marca em redes sociais deve ser feito paulatinamente e focado na qualidade e atenção do serviço prestado.




