28-10-2009
Só no Dia das Crianças deste ano, o comércio eletrônico faturou R$450 milhões, 25% a mais, se comparado à mesma data no ano passado. O levantamento foi realizado pela consultoria e-bit, que diagnosticou que o crescimento ocorreu devido ao aumento do tíquete médio, que ficou em R$339. Em especial, na Data das crianças, a elevação é resultado da preferência dos jovens por presentes mais caros.
Neste período os setores que mais venderam foram os de Telefonia Celular e Informática, correspondendo à previsão do e-bit – pais comprando produtos de maior valor agregado para presentar. O e-commerce, novamente, provou que é um forte canal de compras. Que venha o Natal.
Fonte: m&monline
20-10-2009
O comércio eletrônico no Brasil deverá fechar o ano de 2009 com um faturamento médio de R$ 10,5 bilhões e conquistar em torno de 4 milhões de novos consumidores. Os cálculos são frutos de um estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com a Camara e-net e divulgados nessa última quarta-feira, 30, durante o Seminário e-commerce para Pequena e Média empresa.
De acordo com as análises das entidades, a facilidade da obtenção de crédito pela classe C associada a difusão do acesso a internet colaboraram para a valorização do comércio online e impulsionaram o crescimento de seus números. Segundo a pesquisa, o Brasil possui uma média de 11,5 milhões de compradores online, cujo valor médio dos tíquetes de compra é de R$ 346.
Além disso, a facilidade no pagamento e a possibilidade de parcelar as compras por um tempo maior do que se a aquisição fosse feita em uma loja física também colaboram para que as pessoas venham se interessando cada vez mais em usar a internet como vitrine para escolher seus produtos.
Ainda de acordo com as conclusões do estudo, as pequenas e médias empresas poderiam explorar de forma mais incisiva o comércio online, oferecendo serviços de compras virtuais aos consumidores. De acordo com os dados apresentados durante o seminário, 90% das grandes empresas e companhias varejistas do País dispõem do serviço de compras online. Em relação às pequenas e médias empresas, esse índice cai para 71%.
Fonte: Meio e mensagem